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Reis de Portugal - 28 - 4º DINASTIA - D. João VI - O Clemente
de Administrador AESIL - Sunday, 21 de April de 2013, 14:09
 

Foi rei da Quarta Dinastia e era filho de Pedro III e de Maria I, rainha de Portugal. que nasceu em Lisboa a 13 de Maio de 1767 e morreu em Lisboa a 10 de Março de 1826, e que se casou com Dona Carlota Joaquina e teve como descendentes: Pedro, Miguel. Começou a governar em 1816 e terminou em 1826 A mãe, Dona Maria I, adoeceu em 1792. Dom João VI, passou então a governar e, a partir de 1799 e até 1816 ano em que a mãe morreu, foi o regente do reino. Dom João VI governou numa época muito conturbada da História de Portugal. A influência da Revolução Francesa que, para além de ter gerado um Napoleão desejoso de conquistas, rapidamente espalhou os seus ideais liberais pela Europa. Em Portugal as Invasões Francesas obrigaram a Corte a fugir para o Brasil e foram devastadoras para o país, não só pela ação dos invasores franceses, mas também pela ação de pilhagem dos ingleses. Estas invasões foram três e a última verificou-se em 1811. Em 1820 rebentou no Porto uma revolução militar e civil. O objetivo inicial desta revolução era expulsar os oficiais ingleses que comandavam o exército português, e proclamar uma Constituição em harmonia com os ideais correntes na Europa.

O rei regressou então a Portugal em 1821 deixando a Regência do Brasil nas mãos de D. Pedro, seu filho, dispondo-se a governar como rei constitucional. Entretanto, a 7 de Setembro de 1822, deu-se a independência do Brasil e no dia seguinte o rei jurou a Constituição. Esta só vigorou até Maio de 1823, altura em que se deu o movimento militar anti-liberal, a Vilafrancada, promovido por Dom Miguel segundo filho de Dom João VI. Dom Miguel acabou por ser obrigado ao exílio. Este movimento liderado por Dom Miguel tinha como objetivo travar a expansão da ideologia liberal, e lutar por uma política com ideais absolutistas. Este ato de revolta do filho e o problema da independência do Brasil, afetaram muito a saúde do rei, que adoeceu gravemente a 4 de Março de 1826. Morreu seis dias depois. Os destinos do reino foram então confiados a um conselho de regência, presidido pela sua filha, a infanta Dona Isabel Maria.